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“O empenho em conhecer e obedecer a vontade de Deus é uma evidência de legitimidade de que – de fato – somos discípulos/seguidores de Jesus! Pessoas que se dizem cristãs, mas que não se interessam por conhecer e obedecer a vontade de Deus em suas vidas, são – no mínimo – uma grande contradição e revelam estar numa condição de imaturidade!”

 Dimas Pezzato
 A vontade de Deus

Convite para Adorar – Parte 2 October 7, 2010

Escrito por Dimas em : Algo Para Pensar, Dimas Pezzato , 1 comentário até agora

A outra doxologia que eu quero mencionar também está registrada no Novo Testamento, na pequena carta escrita por Judas, irmão de Tiago. Ao concluir sua carta, Judas fez a seguinte declaração-convite: “Àquele que é poderoso para impedí-los de cair e para apresentá-los diante da sua glória sem mácula e com grande alegria, ao único Deus, nosso Salvador, sejam glória, majestade, poder e autoridade, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, antes de todos os tempos, agora e para sempre! Amém”.

Quero chamar a sua atenção para dois atributos do caráter de Deus que são claramente comunicados aqui. Primeiramente, ele é poderoso para nos impedir de cair. Em outras palavras, a salvação é um empreendimento exclusivo de Deus, do início ao fim; a salvação é 100% dependente de Deus … não há absolutamente coisa alguma que o ser humano poderia fazer para obter a salvação. Até mesmo a fé é um dom de Deus! É por isso que Deus é digno de ser glorificado e honrado para sempre.

Em segundo lugar, Deus é poderoso para nos apresentar diante da sua própria glória “sem mácula” … sem qualquer mancha ou culpa. Ou seja, o pagamento da nossa dívida moral para com Deus foi tão completo que o nosso ser será completamente e perfeitamente restaurado e, assim sendo, a promessa da salvação irá se cumprir totalmente. Aliás, a garantia da nossa salvação está no fato que é o próprio Deus quem nos PRESERVARÁ e nos APRESENTARÁ sem máculas diante da sua glória, por meio do sacrifício do Senhor Jesus.

O apóstolo Paulo endossou essa verdade em sua carta aos romanos (8.35,38): “Quem nos separará do amor de Deus? Estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem futuro, nem quaisquer poderes, nem altura ou profundidades … será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”.

Pense sobre isso!

Convite para Adorar – Parte 1 September 25, 2010

Escrito por Dimas em : Algo Para Pensar, Dimas Pezzato , faça um comentário

As Sagradas Escrituras contém diversas doxologias, isto é, declarações que ressaltam atributos e virtudes do caráter de Deus, que nos convidam a contemplar e exaltar a pessoa de Deus.

Por exemplo, em Efésios 3.20-21, o apóstolo Paulo concluiu sua oração em favor dos efésios com a seguinte frase: “Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós, a ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém!”

Paulo estava convidando os seus leitores a prestarem adoração a Deus por causa da sua infinita capacidade de exceder as limitações humanas. Ou seja, não existem problemas ou qualquer tipo de situação impossível para Deus … não há pecado que ele não possa perdoar … não condição de vida que ele não possa reverter ou restaurar … não há qualquer tipo de escassez de recursos e nem limite do que ele pode fazer!

Na sua carta aos cristãos romanos, Paulo também ressaltou que Deus é capaz de orquestrar todas as coisas (Romanos 8.28) fazendo com que elas venham a fazer parte e cooperar para o bem daqueles que o amam!

Será que você está passando por uma situação que revela suas limitações e pecaminosidade humanas? Que tal refletir sobre essas verdades do caráter de Deus e encarar essa circunstância sob a perspectiva da capacidade infinitamente mais poderosa do poder de Deus?

Pense sobre isso.

Uma vida com duas realidades February 27, 2010

Escrito por Dimas em : Algo Para Pensar, Dimas Pezzato , faça um comentário

Algo que pra mim é fascinante observar na vida do apóstolo Paulo era a clareza de entendimento e determinação que ele possuía sobre a realidade da vida natural e a realidade da vida espiritual!

Paulo fez questão de destacar essas duas realidades em cada carta que ele escreveu para as diversas igrejas com que ele tinha contato: “aos santos em Cristo Jesus que estão em Éfeso”, “aos santos em Cristo Jesus que estão em Filipos”, “aos irmãos em Cristo que estão em Colossos”.

Aparentemente, ele queria que seus ouvintes também vivessem conscientes dessas duas realidades! Era como se ele estivesse dizendo: “Esta carta é para aqueles que reconhecem a conexão da história humana/passageira com a história da vida espiritual/eterna concedida por Deus, por meio do Senhor Jesus.”

Era a consciência dessa dupla realidade que trazia significado e determinação à vida do apóstolo! Na sua carta aos cristãos filipenses, ele declarou: “Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro … Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece”. (Filipenses 1:21 e 4:12-13)

Conforme a perspectiva de Paulo, a vida neste mundo se resume em participar dos planos e propósitos estabelecidos por Deus e, depois disso, desfrutar da vida eterna com Deus.

Pense sobre isso!

Salmo 26: Não é Para Qualquer Um October 15, 2009

Escrito por Maer em : Luz No Caminho , faça um comentário

John Hobbins

O Salmo 26 é uma pedra de tropeço para cristãos de uma religiosidade externa. Mas é a religiosidade farisaica dos cristãos que é julgada por esse salmo, não o salmo pela religiosidade. Sou um cristão. Conheço bem o espetáculo leviano da religiosidade cristã. Se a escola do sofrimento tem me ensinado algo, é o seguinte: religiosidade cristã, como é concebida hoje, é um pano de trapo imundo. Já a expressão genuína da religiosidade dos salmos brilha como um diamante em comparação. É religião pura e simples.

O Salmo 26 é a expressão de uma situação, uma experiência, que muitos cristãos não conseguem se identificar. É a experiência de ter pago um preço alto por confrontar malfeitores. Este Salmo mostra a necessidade pura e concreta de orar pela libertação daqueles que se encontram no caminho de pessoas que querem machucá-los.

Cristãos têm dificuldades com esse Salmo não porque eles são fiéis a Deus no sentindo que fidelidade a Deus tem na Bíblia, mas porque são infiéis.

Cristãos com esse tipo de religiosidade não entendem bem o Salmo 26 e outros salmos como ele. Fomos treinados a nos aproximar de Deus com um senso de culpa, até mesmo culpa equivocada, pois é assim que aprendemos a sentir bem sobre nós mesmos.

O salmista por sua vez escolhe não manipular Deus, ou manipular a maneira como ele se representa diante de Deus, com a impudência de um cristão religioso.

Esse salmo me faz lembrar de um proprietário de uma loja em uma cidade na Sicília onde fui pastor. Ele era quieto, autodidata, transparente, com uma família, crianças ainda pequenas. Ele vendia jornais e bagatelas e livros escolares para estudantes.

Ele tinha um defeito. Recusava dar dinheiro para a Máfia para obter proteção. Eles colocaram uma bomba na sua loja danificando-a severamente.
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O Deus Trino August 28, 2009

Escrito por Andrea em : Andrea, Devocional , faça um comentário

D. A. Carson

EM MUITAS IGREJAS AO REDOR DO MUNDO, embora com menos freqüência na América do Norte, o pregador, no final do culto, irá calmamente pronunciar essas duas palavras “A graça”. A congregação já sabe que esse é um sinal para todos orarem juntos, recitando o versículo de onde vêm essas duas palavras: “Que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós” (2 Co. 13:14).

O texto é curto e simples e corremos o risco de lê-lo sem refletir nele.

(1) O Deus trino é a fonte dessas bênçãos. Só essa informação já é digna de nossa antenção: não demorou muito até que cristãos como Paulo vissem a implicação de quem é Jesus e a implicação da dádiva do Espírito, para que eles pudessem entender a Deus. Deus está totalmente engajado nessa operação de salvação generosa que levanta filhos prostrados feitos a imagem e semelhança de Deus e os restaura a comunhão com o Criador.

(2) Nas duas primeiras partes, a “graça” é sem dúvida a graça que o Senhor Jesus Cristo dá ou provê e o “amor” é o amor que Deus derrama. Isso torna totalmente plausível que a terceira oração, “a comunhão do Espírito Santo,” não se refere a nossa comunhão com o Espírito, mas com a comunhão que o Espírito Santo nos presenteia, capacita ou concede. O Espírito Santo é finalmente o autor da comunhão cristã. Nós desfrutamos da comunhão cristã uns com os outros por causa da obra do Espírito em cada um de nós, de forma individual, e em todos nós como corpo, desviando nossos corações e mentes de estarmos focados em nós mesmos e no pecado, e nos levando a adoração a Deus e a um a mor de Santidade e deleite em Jesus e em Seu evangelho e ensinamentos. Sem essa transformação, nossa “comunhão”, nossa parceria no evangelho seria impossível.
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Questões sobre Filmes August 7, 2009

Escrito por Andrea em : Andrea, Artigos Diversos , faça um comentário

~John Frame~

Discutindo sobre filme e cultura, pude identificar, no geral, o impulso do liberalismo secular moderno e suas antíteses em relação ao cristianismo. Minhas críticas serão a respeito desses temas de um modo geral. Eu gostaria de ser um pouco mais específico. A seguir estão algumas questões que sempre estão em minha mente quando escolho filmes. Eu recomendo que críticos cristãos se façam a mesma pergunta. Eu não vou voltar a essa lista a cada crítica; somente irei discutir as que eu achar que são mais importantes a determinado filme em particular.

1. Quem escreveu o filme? Quem produziu? Quem dirigiu? Sabemos através dos trabalhos escritos e trabalhos anteriores dessas pessoas alguma coisa sobre suas filosofias de vida? Os trabalhos anteriores de atores também são importantes. Os atores contribuem muito para a qualidade de um filme, e pouco para a sua concepção fundamental. Mas atores certamente tendem a aceitar projetos com os quais têm uma certa afinidade ideológica (partindo do pressuposto que recompensas financeiras também não sejam determinativas). Mel Gibson quase nunca assume filmes com elementos sexuais pesados; ao contrário de Mickey Rourke, que quase sempre assume. A presença de certos atores, levando em consideração que às vezes eles assumem “tipos contrários”, pode nos dar uma idéia sobre a mensagem do filme.

2. O filme é bem feito, esteticamente falando? Os valores de produção e encenação são de boa qualidade? Esses fatores podem ter pouco a ver com a “mensagem”. Mas elas certamente tendem a determinar a extensão do impacto cultural do filme, e isso é importante para os nossos propósitos. Se um filme é bem feito, ele pode ter um impacto em relação à cultura, para bom ou mal. (É claro que alguns filmes ruins também têm um grande impacto!)

3. O filme é honesto e verdadeiro com sua própria posição? Este é um outro sinal de “qualidade”. De modo geral, um filme honesto, independente do seu ponto de vista, terá um impacto cultural maior do que aquele que enfraquece seus pontos.
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O Que a Fé Não É July 27, 2009

Escrito por Maer em : Algo Para Pensar, Dimas Pezzato , 1 comentário até agora

Fé não é sentir ou fazer algo que pressione Deus a agir.
Já ouvi muita gente dizer: ‘É só pedir com fé e Deus nos atenderá’.
Você sabe aonde está escrito isso, na Bíblia? … Pois é, não está na Bíblia!

De acordo com a Palavra de Deus, fé não é um poder a que nos conectamos por meio de oração e meditação, nem tampouco algo que ligamos e desligamos, conforme a necessidade!

Fé também não é o resultado de uma equação: ‘Se eu fizer isso + aquilo, assim e assado, então Deus vai agir de uma forma maravilhosa em minha vida!’ Isso não é fé … isso é uma tentativa de negociar com Deus!

Fé é acreditar em quem Deus é e que ele cumpre tudo o que promete!
Em Hebreus 11:8 está escrito que ‘Abraão, quando chamado, obedeceu e dirigiu-se a um lugar que mais tarde receberia por herança, embora não soubesse para onde estava indo.’

Pense sobre isso!

O Protetor de Seu Povo July 7, 2009

Escrito por Maer em : Luz No Caminho, Maer , faça um comentário

Cântico de Peregrinação.

Levanto os meus olhos para os montes
e pergunto: De onde me vem o socorro?

O meu socorro vem do SENHOR,
que fez os céus e a terra.

Quando o salmista diz, “levanto os meus olhos para os montes,” o que ele quer dizer com isto? Os montes eram muitas vezes lugares perigosos ou o território de inimigos, e, neste caso, levantar os olhos para os montes pode ser uma expressão de ansiedade, temor e incerteza. A introdução deste salmo então reconhece uma “necessidade” e o versículo dois nos dá uma solução. No entanto, sabemos que o povo de Israel ia até Jerusalém para os festivais religiosos, e uma outra interpretação, que provavelmente faz mais sentido aqui, é que os montes são aqueles ao redor de Jerusalém (Salmo 125:2). É por isso que salmos como esse são designados “cânticos de peregrinação” (ou cânticos da subida) pois todos os anos os judeus subiam até Jerusalém que ficava num monte. Acredita-se que as pessoas cantavam um ou vários desses “cânticos da subida” para se prepararem para o culto no festival. No salmo 123:1, por exemplo, “levantar os olhos” era um gesto de súplica e confiança que Yaheweh (o Senhor) iria trazer auxílio ao seu povo do seu santuário em Sião, o santo monte. Portanto, faz mais sentido considerar a introdução deste salmo como uma declaração de confiança. Os versículos 2-4 usam o tema “dormir” em relação a Deus (Ele não dorme); os versículos 5-6 usam a imagem da sombra para proteger do sol e da lua (Ele é o protetor de Israel); e 7-8 fornece a conclusão ao salmo (A Sua proteção afeta cada área de nossas vidas).

Depender do Senhor num mundo hostil é um tema característico dos cânticos de peregrinação (salmos 120-134). O Salmo 121 é parecido com o Salmo 23 em vários aspectos Um desses aspectos é o relacionamento entre o indivíduo e a comunidade: “meu socorro” e o “nosso socorro.” O protetor de Israel (v. 4) é o protetor de cada peregrino em Israel. Mas esta individualização do papel que Yaweh exerce como protetor não cria um indivíduo independente. Como James Mays disse, “é apenas o peregrino que diz ‘nosso socorro’ que pode dizer ‘meu socorro’.”
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English Corner: The God I Don’t Understand July 2, 2009

Escrito por Maer em : English Corner, Maer , faça um comentário

Christopher Wright is a gifted writer. His book Knowing Jesus through the Old Testament, which I read maybe two years ago, gave me a glimpse of the type of thinker he is. He is able to restate things that you either heard before or thought you knew from a new angle and often with fresh insights. I also enjoy listening to Wright’s preaching at All Souls which is available for free.

It was then, with surprise and delight, that I heard that he wrote a book entitled The God I don’t Understand: Reflections on Tough Questions of Faith (there is a site dedicated to this book here). I immediately started asking questions like: what is it about God that Wright doesn’t understand? Are his tough questions of faith the same ones I have? Will he point things out that will create more tough questions for me?

The book answered these questions, specially the first one. But to get a sense of the tone of the book, it is helpful to see what is Wright’s goal in writing it.

Those who read this blog know how much I like Ecclesiastes, and I was delighted to see Wright using it to summarize his intention (it is only fitting that Qohelet would have a say in a book called The God I don’t Understand):

When I applied my mind to know wisdom and to observe the labor that is done on earth-people getting no sleep day or night-then I saw all that God has done. No one can comprehend what goes on under the sun. People toil to search it out, but no one can discover its meaning. Even if the wise claim they know, they cannot really comprehend it. (Ecclesiastes 8:16-17, emphasis of the author)

“Even those who claim to have final answers to the deep problems of life on the earth God created are living in some degree of delusion. They don’t really know what they claim to know. My hope is that this book will share some of the honesty and realism of Ecclesiastes while being able to affirm wider dimensions of God’s action and revelation that were not available to the author in his day” (17).

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Dando um Jeito no Jeitinho July 1, 2009

Escrito por Maer em : Maer, Resenhas , faça um comentário

Provavelmente todos nós já ouvimos falar do “jeitinho brasileiro.” Alias, vamos ser sinceros, quantos de nós já usufruímos do “jeitinho” para resolver algum problema ou sair de uma “fria.” Mas, você já pensou nas dificuldades que o jeitinho traz para o dia-a-dia do cristão? Como viver num país onde é quase impossível não ser de alguma forma afetado pelo jeitinho? Pois bem, este é o assunto abordado no livro Dando um Jeito no Jeitinho: Como ser Ético sem Deixar de Ser Brasileiro de Lourenço Stelio Rega, atualmente diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Você pode obter mais informações sobre o autor e o seu livro no site Dando um Jeito no Jeitinho.

O livro começa com uma introdução ao assunto e descreve o desenvolvimento do jeitinho no Brasil. O autor mostra os aspectos positivos e negativos do jeitinho e os tipos de perguntas que ele levanta na área ética. A primeira parte do livro é uma ótima análise do brasileiro e a sua história, e como as causas do jeitinho estão enraizadas em fatores sociais, culturais e econômicos. Na minha opinião, vale a pena adquirir esse livro simplesmente pela sua análise e bibliografia.

Porque o jeitinho geralmente visa quebrar as regras, ele sempre bate de frente com a ética cristã. É por isso que uma das perguntas principais do livro é “qual é o papel do cristão no país do jeitinho?”

O título mostra que o autor crê que é possível dar um jeito no jeitinho. Depois de deixar claro que só o “Evangelho poderá mudar o coração do brasileiro,” o autor fala sobre o papel da igreja onde assuntos sobre a ética deveriam ser abordados ajudando o cristão a interpretar o seu contexto de vida. Mas, como o indivíduo deve fazer as suas decisões quando ele enfrenta uma situação que não há saída? Para isso, o autor desenvolve um modelo chamando “ética temporal ascendente” sobre a qual veremos depois. Ele então termina com o papel do cristão na sociedade, ou seja, a ética social.
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