“Em nenhum lugar das Escrituras Sagradas, vamos encontrar que as nossas orações são irrelevantes ou não importam para Deus! … ou que ele esteja dormindo e só vai acordar com o som das nossas vozes! Pelo contrário, usando termos humanos, elas nos asseguram que os ouvidos de Deus estão abertos ao nosso clamor … que os seus braços estão estendidos em nosso favor – a todo e qualquer instante!”Dimas Pezzato
Que diferença faz a oração?
Medo do Sacrifício August 24, 2008
Escrito por Lenir em : Artigos Diversos, Lenir , faça um comentárioMedo do Sacrifício: Investindo na Eternidade
de Cristina Grenier
Sempre dou risada quando ouço alguém dizer: “Tenho medo de que se eu disser SIM para o Senhor, Ele vai me mandar para a África!” De certa forma muitas pessoas quando pensam em África pensam em pobreza, em morar numa cabana no meio da selva, pensam em sacrifícios….
Sacrifício? O que é sacrifício? Será que é andar 15 milhas para chegar num vilarejo para compartilhar a mensagem ou não ter internet 24 horas por dia? Talvez tudo isso é relativo, será?
Fomos servir na Guinea Equatoriana 12 anos atrás. Lá conhecemos pessoas desesperadas por uma mudança, sedentas por esperança em algo ou alguém e prontas para falar sobre assuntos espirituais. Muitos homens e mulheres entenderam profundamente quem é Deus e sobre a esperança verdadeira que há em Jesus. Nós caminhamos e cuidamos dos moradores de lá a medida que a fé deles crescia. Sentíamo-nos privilegiados por fazer parte de um ministério que estava lentamente crescendo e tomando forma: A Escola Bíblica Bata.
Seis anos atrás fomos sacudidos por uma dolorosa realidade em nossas vidas e ministério. Nosso filho Josué, de quinze anos, estava vindo para casa à noite em sua moto quando um carro virou com tudo e bateu na moto dele. Ele foi levado às pressas para o hospital. As pernas de Josué estavam muito machucadas, e ele tinha quebrado um braço, mas parecia estar tudo bem com a cabeça dele. Mas depois de um tempinho ele começou a dizer coisas sem sentido, começou a confundir inglês com espanhol. Duas horas mais tarde ele entrou em estado de coma e foi levado de avião para Cameroon. O médico disse: “Se ele aguentar chegar em Douala talvez tenha esperança dele sobreviver”.
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Tolle, lege! August 23, 2008
Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , faça um comentário“Tolle, lege!” é uma frase em latim que significa “Pegue, leia!” do livro de Augustinho intitulado Confissões. Essa frase foi usada por Albert Mohler num breve artigo, “Pensamentos sobre Leitura”, que gostaria de compartilhar com vocês.
Vocês perceberão o entusiasmo de Mohler sobre a leitura! Mas, nem todos são como ele, aliás muitos têm dificuldade de cultivar o hábito de ler. Será que conseguimos nos identificar com o que ele diz?
Mohler está escrevendo principalmente para pastores, por isso ficará claro que nem tudo que ele fala se aplicará diretamente a maioria de nós. Por isso, depois de vocês terem lido esse pequeno artigo, gostaria de compartilhar alguns pensamentos sobre ele.
Pensamentos sobre Leitura
de Albert Mohler
Eu realmente não me recordo de um tempo em que eu não apreciasse ler livros. Sei que eu era ávido para aprender a ler e rapidamente me vi imerso no mundo dos livros e da literatura. Isso pode ter sido um tipo de sedução, e o discípulo cristão deve estar sempre alerta para conduzir seus olhos para livros que merecem a atenção de um discípulo de Cristo – e existem muitos desses livros.
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O que você vê? August 19, 2008
Escrito por Dimas em : Algo Para Pensar, Dimas Pezzato , faça um comentário
Recebi de um amigo a seguinte mensagem:
Sherlock Holmes e Watson estão acampados em plena selva.
Holmes acorda no meio da noite, agitado.
- WATSON! – grita ele.
O bom e prestativo Watson desperta, assustado.
- O que foi Holmes?
- Olhe para o céu e diga-me o que você vê!
Sonolento, esfregando os olhos, Watson responde:
- Vejo milhares de estrelas, Holmes.
- E o que você deduz disso?
- Bem, sob o ponto de vista astronômico, que há milhares de galáxias e potencialmente bilhões de planetas. Sob o ponto de vista teológico, que Deus e seu universo são infinitos; e, sob o ponto de vista meteorológico, que teremos um dia lindo amanhã.
Watson faz uma pequena pausa e vira-se para Holmes:
- E você, o que deduz disso?
Sherlock acende o cachimbo, dá uma longa baforada e responde:
- Elementar, meu caro: roubaram a nossa barraca!
Este relato cômico ilustra bem uma verdade: Ninguém é perfeito. Todos nós temos ‘pontos cegos’ e muitas vezes divagamos sem enxergar coisas óbvias.
É um privilégio ter bons amigos que nos aconselham e ajudam a enxergar o que está passando despercebido aos nossos próprios olhos.
Perfume e incenso trazem alegria ao coração; do conselho sincero do homem nasce uma bela amizade. (Provérbios 27:9)
Pense sobre isso!

Devocional: Lucas 8:22-25 August 3, 2008
Escrito por Lenir em : Devocional, Lenir , 2 comentáriosCerto dia Jesus disse aos seus discípulos: “Vamos para o outro lado do lago”. Eles entraram num barco e partiram. Enquanto navegavam, ele adormeceu. Abateu-se sobre o lago um forte vendaval, de modo que o barco estava sendo inundado, e eles corriam grande perigo. Os discípulos foram acordá-lo, clamando: “Mestre, Mestre, vamos morrer!” Ele se levantou e repreendeu o vento e a violência das águas; tudo se acalmou e ficou tranqüilo. “Onde está a sua fé?”, perguntou ele aos seus discípulos. Amedrontados e admirados, eles perguntaram uns aos outros: “Quem é este que até aos ventos e às águas dá ordens, e eles lhe obedecem?”
O relato de Jesus acalmando a tempestade no evangelho de Lucas 8:22-25 tem uma ênfase especial:
1. A essência do relato é direta, embora que quase que indiretamente esclarece o cansaço transparente que Jesus as vezes demonstrou durante seu amplo ministério “passando pelas cidades e povoados proclamando as boas novas do Reino de Deus” (8:1). Ele não apenas conseguiu pegar no sono num barco em alto mar, mas também continuou dormindo enquanto o barco balançava de uma lado para o outro numa tempesdade tão forte que assustou até os pescadores.
2. As últimas linhas desse parágrafo chama nossa atenção para o foco principal: Quem é Jesus. “Quem é esse?” os discípulos perguntaram. “Ele dá ordens aos ventos e águas e eles lhe obedecem” (8:25). Esse parágrafo, na verdade, dá um pontapé numa série de milagres. Nos próximos versículos Jesus cura um endemoninhado (8:26-39), ressuscita uma menina e cura uma mulher (8:40-56), capacita os doze discípulos com uma autoridade semelhante (9:1-9), e então alimenta cinco mil pessoas (9:10-17) – onde é um lugar totalmente apropriado para fazer uma pausa e refletir novamente sobre quem é Jesus (9:18). Aquele que controla os elementos da natureza, os poderes do mundo espiritual e que pode até mesmo subverter a morte não é apenas o prometido “Cristo de Deus” (9:20), mas é transfigurado perante três apóstolos (9:28-36), que contemplam algo da glória que Sua forma humana normalmente escondia. Leia mais…
Saboreando as Palavras
Escrito por Maer em : Divrei Olam, Maer , faça um comentário
(mas satisfação está na lei do SENHOR, e nessa lei medita dia e noite. Salmo 1:2)
No Divrei Olam dessa semana, gostaria de compartilhar com vocês parte de um artigo escrito por Eugene Peterson sobre o aspecto da palavra “meditar.”
De Eugene Peterson
Anos atrás eu tinha um cachorro que tinha uma queda por ossos grandes. A vantagem dele é que morávamos perto de um monte arborizado no estado de Montana. Frequentemente em seus passeios, ele encontrava a carcaça de um veado que tinha sido atacado pelos coiotes. Mais tarde ele aparecia em nossa varanda perto do lago carregando o seu troféu, geralmente uma perna ou costela. Ele era um cachorrinho pequeno e o osso era quase sempre do tamanho dele.
Aqueles que já tiveram um cachorro conhecem a rotina: ele corria e pulava de alegria na nossa frente com o seu prêmio, balançando o rabinho todo orgulhoso do seu achado, buscando a nossa aprovação a qual, é claro, demonstrávamos a ele. Elogiávamos-no dizendo que era um cachorro e tanto. Mas, depois de algum tempo, cansado dos nossos elogios, ele carregava o osso por uma certa distância para um lugar que ninguém pudesse ver, geralmente sob a sombra de uma rocha coberta por musgos, e começava a morder o osso. Os aspectos sociais relacionados ao osso já eram algo do passado; agora o prazer era solitário. Roía o osso, viráva-o daqui pra lá, lambía-o, atacáva-o. De vez em quando ouvíamos um barulhinho ou um rugido, parecido com o barulho que um gato faria nessa situação. Obviamente ele estava degustando sem pressa de terminar. Depois de umas duas horas de proveito, ele enterrava o osso retornando no dia seguinte para começar tudo de novo. Um osso médio durava mais ou menos uma semana. Leia mais…