“Em nenhum lugar das Escrituras Sagradas, vamos encontrar que as nossas orações são irrelevantes ou não importam para Deus! … ou que ele esteja dormindo e só vai acordar com o som das nossas vozes! Pelo contrário, usando termos humanos, elas nos asseguram que os ouvidos de Deus estão abertos ao nosso clamor … que os seus braços estão estendidos em nosso favor – a todo e qualquer instante!”Dimas Pezzato
Que diferença faz a oração?
Uma Ovelha Perdida March 6, 2009
Escrito por Andrea em : Andrea, Devocional , trackback
de Trevin Wax
“Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e não vai após a perdida até que venha a achá-la?” (Lucas 15:4)
Enquanto Jesus ensinava os cobradores de impostos e os pecadores ao seu redor, os fariseus começavam a murmurar entre eles sobre Seu relacionamento aberto com aqueles ditos “imundos”, de acordo com o código religioso dos judeus. A parábola da ovelha perdida foi a forma de Jesus defender Suas boas vindas aos pecadores.
Jesus comparou os fariseus com o nível mais humilde das classes sociais, escolhendo palavras que, para a cultura judaica, era humilhante: o pastor de ovelhas. As pessoas da época de Jesus sabiam que quando uma ovelha se desgarrava, o seu protetor não tinha outra escolha que não fosse procurá-la até encontrá-la. A questão não era “se”, mas “quando” ele a encontraria. A segurança das demais noventa e nove ficava em segundo plano, comparado ao trabalho árduo de salvar aquela única ovelha.
O profeta Isaías escreveu que assim como as ovelhas, nós também nos desgarramos. Mas ainda assim, Deus, em sua graça e bondade, iniciou no deserto a busca por um coração obstinado que o havia traído e restaurou sua comunhão de amor com aqueles que haviam virado suas costas à Ele. Uma tarefa humilhante? Sim. Mas Deus não vem meramente como um pastor de ovelhas inferior, mas também como o Rei Pastor de ovelhas.
A missão de Cristo na terra foi “procurar e salvar o que se havia perdido”, uma tarefa que culminou em nossas vidas no momento em que Ele nos encontrou vagueando pelo deserto. A graça e misericórdia que nos tem sido mostrada tem que ser a mesma graça e misericórdia que devemos mostrar aos outros, mesmo àqueles que nos traiu e nos feriu no passado. Devemos ser preenchidos com o amor do Pastor de ovelhas e estar ativamente a procura do coração perdido, temeroso e obstinado que se perdeu em seus próprios caminhos.
O Pastor de ovelhas deixou para trás as outras noventa e nove a procura de uma única ovelha perdida. Jesus abandonou a mesa dos fariseus “justos” para se alimentar junto às pessoas de alma ferida que precisavam de um médico espiritual. Nós, em contrapartida, devemos renunciar a luxúria de nossa cultura cristã inferior para seguirmos em direção ao lugar escuro e desconhecido onde os perdidos e feridos estão. O conforto de estarmos com os noventa e nove não serve de desculpa para evitarmos o deserto onde uma única alma esteja perecendo.
Traduzido por Andrea Almeida.
Escrito por Trevin Wax, Kingdom People .
http://trevinwax.com/2009/02/16/one-lost-sheep/
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Palavras chaves: Graça • Lucas • Pastor de Ovelhas • Perdidos
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