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“Em nenhum lugar das Escrituras Sagradas, vamos encontrar que as nossas orações são irrelevantes ou não importam para Deus! … ou que ele esteja dormindo e só vai acordar com o som das nossas vozes! Pelo contrário, usando termos humanos, elas nos asseguram que os ouvidos de Deus estão abertos ao nosso clamor … que os seus braços estão estendidos em nosso favor – a todo e qualquer instante!”

 Dimas Pezzato
 Que diferença faz a oração?

Confie no Senhor May 10, 2009

Escrito por Maer em : Luz No Caminho, Maer , faça um comentário

Esse Luz No Caminho vai ser um pouco diferente pois, em vários aspectos, ele poderia ser facilmente um artigo em Divrei Olam (onde olhamos o papel da língua hebraica no nosso entendimento do texto).

Provérbios 3:5-6 é um dos meus versículos prediletos. Não porque eles me confortam ou são fáceis de memorizar, mas porque me desafiam. Ler esses versículos me faz voltar ao básico. Em que ou em quem coloco a minha confiança? Até que ponto o meu “entendimento” tem tido prioridade na minha perspectiva de vida?

Em primeiro lugar, vamos ver Provérbios 3:1-12. Esta primeira unidade contém cinco admoestações que se encontram na forma de um imperativo, ordem ou motivação. A primeira começa com a típica designação “meu filho” para que ele lembre dos ensinamentos do mestre e guarde os seus mandamentos no coração, e então ele mostra os benefícios de uma vida longa e próspera (talvez Êxodo 20:2 esteja em vista aqui). Esta admoestação serve como introdução e resumo dos outros que vão vir.

É importante notar que as outras quatro admoestações mencionam o nome de Deus. Os últimos três usam o nome Yahweh (tradicionalmente traduzido como Senhor) e dizem que a nossa confiança, temor e honra devem ser depositados nEle. Somos então desafiados a não nos iludir com uma independência irresponsável (3:4-4), autodeterminação (3:5-6), liberdade de fazer as nossas próprias regras morais (3:7-8), possessão total de bens materiais (3:9-10), acharmos que somos isentos de correção (3:11-12). Quando levamos em consideração todas essas partes, a mensagem é bem clara: não podemos ser mestres dos nossos próprios destinos, não podemos ser os seus próprios deuses.”
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Palestras: Darwinismo Hoje May 9, 2009

Escrito por Maer em : Maer, Recomendações , faça um comentário

Gostaria de trazer a atenção de vocês algumas palestras do II Simpósio Internacional Darwinismo Hoje feitas na Universidade Mackenzie em São Paulo. Uma das coisas que gostei deste simpósio é que as palestras trazem perspectivas diferentes sobre o assunto e, nesse aspecto, a Mackenzie está de parabéns. Não vi todas as palestras ainda, mas gostei daquelas que tive chance de assistir, especialmente a do Dr. Aldo Mellender de Araujo e do jornalista Maurício Tuffani. Algumas palestras foram feitas por estrangeiros, por exemplo Dr. Lennox, cuja a apresentação sofreu um pouco por precisar ser interpretada. Nem todas as palestras vão ser de interesse de todos, mas gostaria de encorajá-los a usarem esse recurso visto que há tão poucos em português.

Retidão e Justiça May 7, 2009

Escrito por Maer em : Amós, Maer , faça um comentário

D. A. Carson

Amos 5 é um pouco confuso quando o lemos pela primeira vez. É composto de um conjunto de várias partes—não apenas temas diferentes, mas formas e estilos literários diferentes. A tradução que eu uso reconhece essas diferenças colocando os versículos 8-9 em parênteses (não existe parênteses em hebraico). Os primeiros três versículos são um lamento, uma canção funerária, expressando pesarosamente a queda de Israel. Os versículos 4-6 e 14-15 constituem um apelo evangelístico. É assim que Israel deve responder se quiserem ser aceitos pelo Senhor e sobreviver. Os versículos 7 e 10-13 lidam com a opressão e corrupção da nação. Os últimos dois versículos (16-17) retornam ao lamento.

É fácil refletir nesses distintos aspectos separadamente. Por exemplo, alguém pode meditar no fato que a maneira que buscamos ao Senhor (5:4-6, 14-15) é mais importante do que formas de cultos esteticamente agradáveis (5:4-5); no fato que um arrependimento genuíno contem um alto ódio do pecado não apenas num nível distante e teórico, mas num nível de integridade prática e responsabilidade social, o que inclui justiça nas cortes (5:15). Será que existe uma sociedade que precisa ouvir isso mais do que a nossa, onde há cada vez menos interesse em justiça e retidão, e cada vez mais interesse em simplesmente manipular leis estabelecidas? Desta maneira poderíamos estudar todos os temas e formas nos versículos de 5:1-17.
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English Corner: The Gospel and Idolatry May 5, 2009

Escrito por Maer em : English Corner, Maer , faça um comentário

Idolatry is one of those subjects that is always in vogue: someone, somewhere, is preaching, talking, thinking, or writing about it. You don’t have to do a lot of digging in the Bible itself to see that idolatry is right at the core of the human drama.

I’ve heard many sermons and lectures on idolatry, but the one that Pr. Tim Keller delivered at a conference (mainly for pastors) a few weeks ago is bound to be one of the best. Don’t assume that the lecture won’t be applicable to you because you are not a pastor–I wouldn’t recommend it if it weren’t. Pr. Keller not only paints in broad strokes the contours of what it means to have an idolatrous heart, he also shows us that idolatry might be more of a reality in our lives than most of us realize.

You can either watch the video or just listen to the audio.

The Grand Demythologizer: The Gospel and Idolatry
by Tim Keller

A Verdadeira Imagem de Deus May 2, 2009

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , faça um comentário

Jürgen Blunck

Que idéia ou imagem você tem de Deus? É claro, o homem moderno não faz mais as suas imagens de pedras ou madeira como os antigos pagãos. Mas ainda temos imagens de quem Deus é. Criamos essas imagens com os nossos pensamentos. Você facilmente reconhecerá essas imagens em frases do tipo:

Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele.

Colossenses 1:15-16

“Se realmente existe um Deus, Ele deveria neste momento…”

“Por que Deus não…”

“Se Deus realmente fosse um Deus de amor, então Ele não permitiria…”

Por trás de todas essas frases existe uma certa imagem de Deus. E, quando menos esperarmos, quem Deus realmente é não condiz com a nossa imagem dEle. Aqui está a conseqüência: muitos se tornaram ateístas por terem criados as suas próprias imagens porque a realidade entrou em contradição com elas. O que deu errado?

Talvez você esteja dizendo: mas não seria errado se a imagem que eu tenho de Deus é que Ele é um Deus de amor. Sim, mas talvez até isso esteja errado. Note que eu disse talvez. Por quê? Você pode estar aplicando a Deus a sua idéia de amor. É claro que Deus é um Deus de amor, mas talvez o entendimento de Deus do que é amor é diferente do seu. Então, ao invés de uma formulação correta do “Deus de amor,” você tem uma imagem errada de Deus. E o “seu” Deus de amor te traz ao desespero.

O erro fundamental é que usamos certas categorias para a nossa idéia de quem Deus é: amor, ou justiça, ou compaixão, etc. Certamente esses são todos termos bíblicos e pertencem a Deus. Alias: você sabia que todos esses termos para Deus são encontrados no Alcorão?
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