“O empenho em conhecer e obedecer a vontade de Deus é uma evidência de legitimidade de que – de fato – somos discípulos/seguidores de Jesus! Pessoas que se dizem cristãs, mas que não se interessam por conhecer e obedecer a vontade de Deus em suas vidas, são – no mínimo – uma grande contradição e revelam estar numa condição de imaturidade!”Dimas Pezzato
A vontade de Deus
O Que a Fé Não É July 27, 2009
Escrito por Maer em : Algo Para Pensar, Dimas Pezzato , 1 comentário até agora
Fé não é sentir ou fazer algo que pressione Deus a agir.
Já ouvi muita gente dizer: ‘É só pedir com fé e Deus nos atenderá’.
Você sabe aonde está escrito isso, na Bíblia? … Pois é, não está na Bíblia!
De acordo com a Palavra de Deus, fé não é um poder a que nos conectamos por meio de oração e meditação, nem tampouco algo que ligamos e desligamos, conforme a necessidade!
Fé também não é o resultado de uma equação: ‘Se eu fizer isso + aquilo, assim e assado, então Deus vai agir de uma forma maravilhosa em minha vida!’ Isso não é fé … isso é uma tentativa de negociar com Deus!
Fé é acreditar em quem Deus é e que ele cumpre tudo o que promete!
Em Hebreus 11:8 está escrito que ‘Abraão, quando chamado, obedeceu e dirigiu-se a um lugar que mais tarde receberia por herança, embora não soubesse para onde estava indo.’
Pense sobre isso!

O Protetor de Seu Povo July 7, 2009
Escrito por Maer em : Luz No Caminho, Maer , faça um comentário
Cântico de Peregrinação.
Levanto os meus olhos para os montes
e pergunto: De onde me vem o socorro?
O meu socorro vem do SENHOR,
que fez os céus e a terra.
Quando o salmista diz, “levanto os meus olhos para os montes,” o que ele quer dizer com isto? Os montes eram muitas vezes lugares perigosos ou o território de inimigos, e, neste caso, levantar os olhos para os montes pode ser uma expressão de ansiedade, temor e incerteza. A introdução deste salmo então reconhece uma “necessidade” e o versículo dois nos dá uma solução. No entanto, sabemos que o povo de Israel ia até Jerusalém para os festivais religiosos, e uma outra interpretação, que provavelmente faz mais sentido aqui, é que os montes são aqueles ao redor de Jerusalém (Salmo 125:2). É por isso que salmos como esse são designados “cânticos de peregrinação” (ou cânticos da subida) pois todos os anos os judeus subiam até Jerusalém que ficava num monte. Acredita-se que as pessoas cantavam um ou vários desses “cânticos da subida” para se prepararem para o culto no festival. No salmo 123:1, por exemplo, “levantar os olhos” era um gesto de súplica e confiança que Yaheweh (o Senhor) iria trazer auxílio ao seu povo do seu santuário em Sião, o santo monte. Portanto, faz mais sentido considerar a introdução deste salmo como uma declaração de confiança. Os versículos 2-4 usam o tema “dormir” em relação a Deus (Ele não dorme); os versículos 5-6 usam a imagem da sombra para proteger do sol e da lua (Ele é o protetor de Israel); e 7-8 fornece a conclusão ao salmo (A Sua proteção afeta cada área de nossas vidas).
Depender do Senhor num mundo hostil é um tema característico dos cânticos de peregrinação (salmos 120-134). O Salmo 121 é parecido com o Salmo 23 em vários aspectos Um desses aspectos é o relacionamento entre o indivíduo e a comunidade: “meu socorro” e o “nosso socorro.” O protetor de Israel (v. 4) é o protetor de cada peregrino em Israel. Mas esta individualização do papel que Yaweh exerce como protetor não cria um indivíduo independente. Como James Mays disse, “é apenas o peregrino que diz ‘nosso socorro’ que pode dizer ‘meu socorro’.”
Leia mais…
English Corner: The God I Don’t Understand July 2, 2009
Escrito por Maer em : English Corner, Maer , faça um comentário
Christopher Wright is a gifted writer. His book Knowing Jesus through the Old Testament, which I read maybe two years ago, gave me a glimpse of the type of thinker he is. He is able to restate things that you either heard before or thought you knew from a new angle and often with fresh insights. I also enjoy listening to Wright’s preaching at All Souls which is available for free.
It was then, with surprise and delight, that I heard that he wrote a book entitled The God I don’t Understand: Reflections on Tough Questions of Faith (there is a site dedicated to this book here). I immediately started asking questions like: what is it about God that Wright doesn’t understand? Are his tough questions of faith the same ones I have? Will he point things out that will create more tough questions for me?
The book answered these questions, specially the first one. But to get a sense of the tone of the book, it is helpful to see what is Wright’s goal in writing it.
Those who read this blog know how much I like Ecclesiastes, and I was delighted to see Wright using it to summarize his intention (it is only fitting that Qohelet would have a say in a book called The God I don’t Understand):
When I applied my mind to know wisdom and to observe the labor that is done on earth-people getting no sleep day or night-then I saw all that God has done. No one can comprehend what goes on under the sun. People toil to search it out, but no one can discover its meaning. Even if the wise claim they know, they cannot really comprehend it. (Ecclesiastes 8:16-17, emphasis of the author)
“Even those who claim to have final answers to the deep problems of life on the earth God created are living in some degree of delusion. They don’t really know what they claim to know. My hope is that this book will share some of the honesty and realism of Ecclesiastes while being able to affirm wider dimensions of God’s action and revelation that were not available to the author in his day” (17).
Dando um Jeito no Jeitinho July 1, 2009
Escrito por Maer em : Maer, Resenhas , faça um comentário
Provavelmente todos nós já ouvimos falar do “jeitinho brasileiro.” Alias, vamos ser sinceros, quantos de nós já usufruímos do “jeitinho” para resolver algum problema ou sair de uma “fria.” Mas, você já pensou nas dificuldades que o jeitinho traz para o dia-a-dia do cristão? Como viver num país onde é quase impossível não ser de alguma forma afetado pelo jeitinho? Pois bem, este é o assunto abordado no livro Dando um Jeito no Jeitinho: Como ser Ético sem Deixar de Ser Brasileiro de Lourenço Stelio Rega, atualmente diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Você pode obter mais informações sobre o autor e o seu livro no site Dando um Jeito no Jeitinho.
O livro começa com uma introdução ao assunto e descreve o desenvolvimento do jeitinho no Brasil. O autor mostra os aspectos positivos e negativos do jeitinho e os tipos de perguntas que ele levanta na área ética. A primeira parte do livro é uma ótima análise do brasileiro e a sua história, e como as causas do jeitinho estão enraizadas em fatores sociais, culturais e econômicos. Na minha opinião, vale a pena adquirir esse livro simplesmente pela sua análise e bibliografia.
Porque o jeitinho geralmente visa quebrar as regras, ele sempre bate de frente com a ética cristã. É por isso que uma das perguntas principais do livro é “qual é o papel do cristão no país do jeitinho?”
O título mostra que o autor crê que é possível dar um jeito no jeitinho. Depois de deixar claro que só o “Evangelho poderá mudar o coração do brasileiro,” o autor fala sobre o papel da igreja onde assuntos sobre a ética deveriam ser abordados ajudando o cristão a interpretar o seu contexto de vida. Mas, como o indivíduo deve fazer as suas decisões quando ele enfrenta uma situação que não há saída? Para isso, o autor desenvolve um modelo chamando “ética temporal ascendente” sobre a qual veremos depois. Ele então termina com o papel do cristão na sociedade, ou seja, a ética social.
Leia mais…