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“Em nenhum lugar das Escrituras Sagradas, vamos encontrar que as nossas orações são irrelevantes ou não importam para Deus! … ou que ele esteja dormindo e só vai acordar com o som das nossas vozes! Pelo contrário, usando termos humanos, elas nos asseguram que os ouvidos de Deus estão abertos ao nosso clamor … que os seus braços estão estendidos em nosso favor – a todo e qualquer instante!”

 Dimas Pezzato
 Que diferença faz a oração?

Questões sobre Filmes August 7, 2009

Escrito por Andrea em : Andrea, Artigos Diversos , faça um comentário

~John Frame~

Discutindo sobre filme e cultura, pude identificar, no geral, o impulso do liberalismo secular moderno e suas antíteses em relação ao cristianismo. Minhas críticas serão a respeito desses temas de um modo geral. Eu gostaria de ser um pouco mais específico. A seguir estão algumas questões que sempre estão em minha mente quando escolho filmes. Eu recomendo que críticos cristãos se façam a mesma pergunta. Eu não vou voltar a essa lista a cada crítica; somente irei discutir as que eu achar que são mais importantes a determinado filme em particular.

1. Quem escreveu o filme? Quem produziu? Quem dirigiu? Sabemos através dos trabalhos escritos e trabalhos anteriores dessas pessoas alguma coisa sobre suas filosofias de vida? Os trabalhos anteriores de atores também são importantes. Os atores contribuem muito para a qualidade de um filme, e pouco para a sua concepção fundamental. Mas atores certamente tendem a aceitar projetos com os quais têm uma certa afinidade ideológica (partindo do pressuposto que recompensas financeiras também não sejam determinativas). Mel Gibson quase nunca assume filmes com elementos sexuais pesados; ao contrário de Mickey Rourke, que quase sempre assume. A presença de certos atores, levando em consideração que às vezes eles assumem “tipos contrários”, pode nos dar uma idéia sobre a mensagem do filme.

2. O filme é bem feito, esteticamente falando? Os valores de produção e encenação são de boa qualidade? Esses fatores podem ter pouco a ver com a “mensagem”. Mas elas certamente tendem a determinar a extensão do impacto cultural do filme, e isso é importante para os nossos propósitos. Se um filme é bem feito, ele pode ter um impacto em relação à cultura, para bom ou mal. (É claro que alguns filmes ruins também têm um grande impacto!)

3. O filme é honesto e verdadeiro com sua própria posição? Este é um outro sinal de “qualidade”. De modo geral, um filme honesto, independente do seu ponto de vista, terá um impacto cultural maior do que aquele que enfraquece seus pontos.
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Dez Perguntas que Sempre Faço Quando Leio a Bíblia June 4, 2009

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , 1 comentário até agora

~ Lisa Robinson ~

Uma das grandes tragédias nos meus primeiros anos de desenvolvimento como cristã foi que eu comecei a crer com entusiasmo em alguns “fatos espirituais” sobre Deus e o cristianismo que infelizmente não tinham nenhuma base sólida nas páginas da Bíblia. O fato que que eu lia a Bíblia com fervor tinha pouco significado, especialmente porque eu estava usando o texto para defender doutrinas que eu considerava importantes e como ponto de partida para alcançar um nível maior de espiritualidade de acordo com esses conceitos extra bíblicos. Sem dúvida aprendi na minha leitura verdades básicas de doutrinas centrais do cristianismo, mas falhava em conectar os pontos que me levou a conclusões distorcidas.

Uma das melhores coisas que aconteceu comigo foi uma amizade com uma pessoa que me desafiou a olhar o significado original e contextual do texto. Bem, para ser sincera, o seu desafio foi me mostrar como eu colocava as minhas próprias idéias no texto, pois tinha “o dom” de ver no texto algo que ele não dizia. Ele me desafiou a mostrar que a base bíblica que eu tinha de doutrinas populares de hoje que eu havia aceitado. Não consegui mostrar nenhuma. Esse processo, no entanto, revelou coisas que estavam escondidas, e trouxe uma nova perspectiva no meu estudo da Bíblia que usaria métodos indutivos e expositivos (que vêm do texto) que me ensinaram como seguir a linha de pensamento e conectar os pontos ao olhar a gramática, história, construções literárias e como o texto de encaixa na Bíblia como um todo. Deixei de tirar as passagens de seus contextos para que elas se encaixassem numa doutrina de que eu gostava, e comecei a aprender a ler de uma forma que permitiria o texto dizer que ele diz.

Mas isso não é tão simples como parece porque sempre tenho que tomar cuidado para evitar velhas tendências que ainda tenho. Tenho que saber o que essas tendências são, reconhecê-las e colocá-las no seu devido lugar. Não sou uma expert e nem finjo ser. Mas gosto muito de aprender e estou sempre me perguntando “o que isso está realmente dizendo?” Por isso, aqui estão 10 perguntas que sempre faço e achei que pudessem ser úteis. Também acho que elas tendem a ser interdependentes. Uma coisa é certa, acho que todos nós podemos nos tornar vítimas de algumas, se não todas, elas.

1) Estou considerando o contexto? Contexto é altamente importante e não se iluda em achar que não é. Todos os livros da Bíblia têm marcadores de segmentos chamados versículos e capítulos. Apesar de facilitar a leitura bíblica, creio que pode encorajar uma leitura altamente fragmentária que, com outros fatores que mencionaremos abaixo, pode facilitar que tiremos um versículo ou passagem fora do seu contexto verdadeiro. Lembro de ouvir uma pregadora popular no rádio (vocês sabem quem ela é) e estava falando sobre como deveríamos regozijar no nosso dia-a-dia. Ela usou Hebreus 1:9 para mostrar o fato que somos “ungidos” e deveríamos ter mais alegria do que os nossos amigos. É triste de pensar que eu lia a Bíblia desta mesma forma, e fiquei decepcionada com a salva de palmas que ela recebeu por causa da maneira “fielmente bíblica” que estava aplicando o texto. Essa é apenas um de muitos exemplos que posso citar de que quando o contexto não é considerado, fazemos o texto falar algo que não está falando. Também tenho que considerar o estilo literário e ler de acordo com esse estilo. Não posso ler uma narrativa (história) como se fosse uma doutrina, não importa se isso faria um bom sermão.
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A Verdadeira Imagem de Deus May 2, 2009

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , faça um comentário

Jürgen Blunck

Que idéia ou imagem você tem de Deus? É claro, o homem moderno não faz mais as suas imagens de pedras ou madeira como os antigos pagãos. Mas ainda temos imagens de quem Deus é. Criamos essas imagens com os nossos pensamentos. Você facilmente reconhecerá essas imagens em frases do tipo:

Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele.

Colossenses 1:15-16

“Se realmente existe um Deus, Ele deveria neste momento…”

“Por que Deus não…”

“Se Deus realmente fosse um Deus de amor, então Ele não permitiria…”

Por trás de todas essas frases existe uma certa imagem de Deus. E, quando menos esperarmos, quem Deus realmente é não condiz com a nossa imagem dEle. Aqui está a conseqüência: muitos se tornaram ateístas por terem criados as suas próprias imagens porque a realidade entrou em contradição com elas. O que deu errado?

Talvez você esteja dizendo: mas não seria errado se a imagem que eu tenho de Deus é que Ele é um Deus de amor. Sim, mas talvez até isso esteja errado. Note que eu disse talvez. Por quê? Você pode estar aplicando a Deus a sua idéia de amor. É claro que Deus é um Deus de amor, mas talvez o entendimento de Deus do que é amor é diferente do seu. Então, ao invés de uma formulação correta do “Deus de amor,” você tem uma imagem errada de Deus. E o “seu” Deus de amor te traz ao desespero.

O erro fundamental é que usamos certas categorias para a nossa idéia de quem Deus é: amor, ou justiça, ou compaixão, etc. Certamente esses são todos termos bíblicos e pertencem a Deus. Alias: você sabia que todos esses termos para Deus são encontrados no Alcorão?
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A Bíblia e as suas Traduções March 3, 2009

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , faça um comentário

Toda tradução contem interpretação.

A primeira vez que me debati com a questão de como a Bíblia é traduzida foi quando a li pela primeira vez em inglês. É inevitável não notar diferenças. Lembro-me de uma passagem em específico (entre várias) que me fizeram parar e pensar: “não lembro disso na Bíblia!.”

Uma foi Lucas 14:26 que diz:

Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.

Em inglês, esse versículo foi traduzido assim:

If anyone comes to me and does not hate his father and mother, his wife and children, his brothers and sisters– yes, even his own life– he cannot be my disciple. (NIV)

[Se alguém vem a mim e não odeia seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs – sim, até a sua própria vida -- não pode ser meu discípulo.]

Essa é uma diferença significativa. Aborrecer e odiar são coisas diferentes. Ir a uma tradução moderna não ajuda muito pois a Nova Versão Internacional (NVI), por exemplo, escolheu traduzir esse versículo assim:

Se alguém vem a mim e ama o seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo.

Nessa etapa do campeonato, é razoável perguntar o que é que Jesus então está falando. Em outras palavras, Ele está falando que não posso ser seu discípulo quando eu não aborreço, odeio, ou amo essas coisas mais do que Ele? O que ele disse no original?
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O Testemunho do Seu Caráter January 19, 2009

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , 1 comentário até agora

de C. Michael Patton

Estava discutindo alguns assuntos sobre religião com um senhor no começo da noite. Foi uma conversa bem interessante na qual ele me contou que era no passado um evangélico numa igreja Batista. Mas há pouco tempo ele abandonou o cristianismo e se converteu ao budismo. Ele explicou que a razão que ele deixou o cristianismo foi por causa do conflito entre Israel e a Palestina. Em resumo, ele achava que os cristãos estavam do lado errado da questão.

Isso é representativo de muitos no nosso cristianismo cultural. O argumento deste senhor era simples:

A validade do cristianismo depende do caráter dos seus aderentes.

Em outras palavras, se os cristãos não “andam na linha,” então o cristianismo perde o seu crédito. Na opinião deste senhor, os cristãos estão apoiando o lado errado do conflito, portanto ele trocou o cristianismo por algo mais apropriado que estaria à altura do caráter que ele achava que deveria acompanhar aqueles que seguem o Deus verdadeiro.

Vou falar algo aqui que acho que vai deixar muitos dos meus leitores com raiva. Isso é especialmente relevante para aqueles cujo pensamento é mais emergente [ou seja, pessoas que não estão satisfeitas com o tradicionalismo e preferem que e igreja seja mais contemporânea com uma ênfase em relacionamentos]. Aqui vai:

A legitimidade do cristianismo não depende do caráter dos seus aderentes.
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Programa de Leitura Bíblica

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , faça um comentário

Não seria bom se pudéssemos ler a Bíblia de capa a capa em algumas horinhas?

A dura realidade é que Bíblia é um livro grande (na verdade, ela é uma antologia de livros) e levará mais do que “algumas horinhas” para desfrutarmos de suas riquezas. Por isso, muitos de nós tentamos ler a Bíblia aos poucos durante um ano (um período arbitrário mas razoável). Alguns conseguem; outros não.

Mas nada como o começo do ano para fazer um novo propósito.

Parte da dificuldade é saber exatamente quantos capítulos ou porções devemos ler para alcançar o nosso objetivo. Por isso, existem programas de leitura para nos ajudar a cumprir esta meta. O problema é que há vários programas e cada um tem um objetivo ou trajetória de leitura diferente. Por exemplo, muitos programas que eu já vi têm como finalidade que você leia um pouco do Antigo Testamento (AT), Novo Testamento (NT) e Salmos todos os dias. A vantagem deste programa é que você lê um pouco dos dois Testamentos, e os Salmos vão sempre manter uma atmosfera “devocional” (uma palavra que devemos definir mais cedo ou mais tarde). Geralmente o que acaba acontecendo é que você lê o AT uma vez e o NT e Salmos duas vezes no decorrer de um ano.

Apesar de não haver nada de errado com esse tipo de programa, uma das desvantagens é que ele não segue o desenvolvimento da história que a própria Bíblia nos apresenta. Uma outra desvantagem é que ao ler o NT e Salmos duas vezes pode dar a entender que eles são mais importantes ou mais “devocionais.” É por isso que eu acho que seria bom que todos nós (pelo menos uma vez) seguíssemos um programa onde você acompanha a revelação da Bíblia na sua própria ordem.

Para aqueles que já fizeram cursos conosco sabem que existe uma ordem diferente na Bíblia Hebraica (contendo apenas o que chamamos de Antigo Testamento) e a Bíblia Cristã. Por exemplo, em nossas Bíblias Rute vem depois de Juízes (tentando seguir uma ordem cronológica), sendo que na Bíblia Hebraica esse livro vem depois de Cantares e antes de Lamentações. Isso acontece porque a Bíblia Hebraica tem três divisões: Torá (ou Pentateuco), Profetas e Escritos. O livro de Rute se encontra na terceira divisão.
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Silêncio December 17, 2008

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , 1 comentário até agora

de Mark Driscoll

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu… tempo de estar calado e tempo de falar…
Eclesiastes 3:1, 7b

Foi um dia um tanto normal até perceber que eu estava ativamente destruindo a minha alma.

O dia começou com o meu alarme me acordando bruscamente. Imediatamente liguei o meu BlackBerry para ouvir o som que ele faz para cada mensagem e e-mail que me mandaram enquanto dormia. Fui ao banheiro tomar um banho onde tenho um rádio a prova de água. Liguei a seguir a televisão para ouvir os noticiários enquanto me trocava. No caminho para o serviço, liguei o rádio do carro para ouvir um daqueles programas onde o radialista fala sobre diversos assuntos.

O dia todo o som do e-mail chegando no meu notebook não parava, e o meu celular vibrava e tocava nos meus quadris. Não demorou muito e tive que espairecer, então liguei o meu iPod para dar uma volta.

Voltando para casa, novamente ouvi o rádio tentando abafar as buzinas ensurdecedoras dos carros de pessoas que, como eu, retornavam para os seus lares. Depois de jantar e colocar os meus cinco filhos para cama, liguei a televisão para assistir os programas que eu tinha gravado no Tivo.

Prestes a dormir, me dei conta que não tinha tido nenhum minuto de silêncio o dia todo. Percebi que seria possível passar o resto da minha vida sem nunca mais experimentar silêncio.
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Consistentes em Cristo December 8, 2008

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Devocional, Maer , 3 comentários

Na mensagem que eu trouxe sobre o livro de Amós intitulada As Inconsistências do Povo de Deus, a pergunta principal que eu fiz foi:

Quem é você quando está cultuando a Deus?

Em outras palavras, existe uma distinção entro o “você religioso” e o “você do dia a dia?”

Em Amos 5:18-24, lemos:

“Eu odeio e desprezo as suas festas religiosas;
não suporto as suas assembléias solenes.

Mesmo que vocês me tragam holocaustosa e ofertas de cereal,
isso não me agradará.

Mesmo que me tragam as melhores ofertas de comunhãoa,
não darei a menor atenção a elas.

Afastem de mim o som das suas canções
e a música das suas liras.

Em vez disso, corra a retidão como um rio,
a justiça como um ribeiro perene!”

Apesar dos Israelitas estarem prestando seus cultos a Deus, havia uma inconsistência entre seus cultos e a falta de justiça na sua comunidade (veja Amós 2:4-8). Ofertas e festas religiosas não eram ruins em si, mas quando o povo achou que a maneira como eles tratavam uns aos outros podia ser separada da sua adoração, o culto deles se tornou diluído. Deus não queria ter nada a ver com esse tipo de adoração.

Quem somos quando cultuamos dá a entender que é possível separar o nosso culto do que somos em todas outras áreas da vida. O apóstolo Paulo diz que o nosso todo deve ser um sacrifício vivo mediante a tudo que Deus fez na história da redenção.
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Nem tudo está Perdido October 14, 2008

Escrito por Maer em : Artigos Diversos , faça um comentário

Nem tudo está “perdido,” Deus é maravilhoso!
de Andrea Almeida

Recentemente, meu marido e eu tivemos uma experiência bastante confortante aqui em Guarulhos, São Paulo.

Eram 11:25 da noite quando eu precisei usar o telefone celular do meu marido para mandar um torpedo [text message]. Procurei nos lugares mais óbvios da casa e nada de encontrar. Pedi para que ele me dissesse onde havia colocado o celular, mas ele não se lembrava… Ele foi até o carro ver se estava lá, mas mais uma vez, nada. Reviramos toda a casa, até que eu resolvi checar em sua mala, onde ele carrega seus livros e, inclusive, onde ele guarda o documento do carro. Para a minha surpresa, não só o celular não estava lá como também o documento do carro… E agora? Perdemos dois objetos importantíssimos que usamos no nosso dia a dia. Gostaria de esclarecer que o celular do meu marido não é um celular comum. Ele é estilo palm top, cartão de 2 GB, parece um computador, e sabíamos que o prejuízo que teríamos não seria pouco.
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Medo do Sacrifício August 24, 2008

Escrito por Lenir em : Artigos Diversos, Lenir , faça um comentário

Medo do Sacrifício: Investindo na Eternidade
de Cristina Grenier

Sempre dou risada quando ouço alguém dizer: “Tenho medo de que se eu disser SIM para o Senhor, Ele vai me mandar para a África!” De certa forma muitas pessoas quando pensam em África pensam em pobreza, em morar numa cabana no meio da selva, pensam em sacrifícios….

Sacrifício? O que é sacrifício? Será que é andar 15 milhas para chegar num vilarejo para compartilhar a mensagem ou não ter internet 24 horas por dia? Talvez tudo isso é relativo, será?

Fomos servir na Guinea Equatoriana 12 anos atrás. Lá conhecemos pessoas desesperadas por uma mudança, sedentas por esperança em algo ou alguém e prontas para falar sobre assuntos espirituais. Muitos homens e mulheres entenderam profundamente quem é Deus e sobre a esperança verdadeira que há em Jesus. Nós caminhamos e cuidamos dos moradores de lá a medida que a fé deles crescia. Sentíamo-nos privilegiados por fazer parte de um ministério que estava lentamente crescendo e tomando forma: A Escola Bíblica Bata.

Seis anos atrás fomos sacudidos por uma dolorosa realidade em nossas vidas e ministério. Nosso filho Josué, de quinze anos, estava vindo para casa à noite em sua moto quando um carro virou com tudo e bateu na moto dele. Ele foi levado às pressas para o hospital. As pernas de Josué estavam muito machucadas, e ele tinha quebrado um braço, mas parecia estar tudo bem com a cabeça dele. Mas depois de um tempinho ele começou a dizer coisas sem sentido, começou a confundir inglês com espanhol. Duas horas mais tarde ele entrou em estado de coma e foi levado de avião para Cameroon. O médico disse: “Se ele aguentar chegar em Douala talvez tenha esperança dele sobreviver”.
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