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“O empenho em conhecer e obedecer a vontade de Deus é uma evidência de legitimidade de que – de fato – somos discípulos/seguidores de Jesus! Pessoas que se dizem cristãs, mas que não se interessam por conhecer e obedecer a vontade de Deus em suas vidas, são – no mínimo – uma grande contradição e revelam estar numa condição de imaturidade!”

 Dimas Pezzato
 A vontade de Deus

Dez Perguntas que Sempre Faço Quando Leio a Bíblia June 4, 2009

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , 1 comentário até agora

~ Lisa Robinson ~

Uma das grandes tragédias nos meus primeiros anos de desenvolvimento como cristã foi que eu comecei a crer com entusiasmo em alguns “fatos espirituais” sobre Deus e o cristianismo que infelizmente não tinham nenhuma base sólida nas páginas da Bíblia. O fato que que eu lia a Bíblia com fervor tinha pouco significado, especialmente porque eu estava usando o texto para defender doutrinas que eu considerava importantes e como ponto de partida para alcançar um nível maior de espiritualidade de acordo com esses conceitos extra bíblicos. Sem dúvida aprendi na minha leitura verdades básicas de doutrinas centrais do cristianismo, mas falhava em conectar os pontos que me levou a conclusões distorcidas.

Uma das melhores coisas que aconteceu comigo foi uma amizade com uma pessoa que me desafiou a olhar o significado original e contextual do texto. Bem, para ser sincera, o seu desafio foi me mostrar como eu colocava as minhas próprias idéias no texto, pois tinha “o dom” de ver no texto algo que ele não dizia. Ele me desafiou a mostrar que a base bíblica que eu tinha de doutrinas populares de hoje que eu havia aceitado. Não consegui mostrar nenhuma. Esse processo, no entanto, revelou coisas que estavam escondidas, e trouxe uma nova perspectiva no meu estudo da Bíblia que usaria métodos indutivos e expositivos (que vêm do texto) que me ensinaram como seguir a linha de pensamento e conectar os pontos ao olhar a gramática, história, construções literárias e como o texto de encaixa na Bíblia como um todo. Deixei de tirar as passagens de seus contextos para que elas se encaixassem numa doutrina de que eu gostava, e comecei a aprender a ler de uma forma que permitiria o texto dizer que ele diz.

Mas isso não é tão simples como parece porque sempre tenho que tomar cuidado para evitar velhas tendências que ainda tenho. Tenho que saber o que essas tendências são, reconhecê-las e colocá-las no seu devido lugar. Não sou uma expert e nem finjo ser. Mas gosto muito de aprender e estou sempre me perguntando “o que isso está realmente dizendo?” Por isso, aqui estão 10 perguntas que sempre faço e achei que pudessem ser úteis. Também acho que elas tendem a ser interdependentes. Uma coisa é certa, acho que todos nós podemos nos tornar vítimas de algumas, se não todas, elas.

1) Estou considerando o contexto? Contexto é altamente importante e não se iluda em achar que não é. Todos os livros da Bíblia têm marcadores de segmentos chamados versículos e capítulos. Apesar de facilitar a leitura bíblica, creio que pode encorajar uma leitura altamente fragmentária que, com outros fatores que mencionaremos abaixo, pode facilitar que tiremos um versículo ou passagem fora do seu contexto verdadeiro. Lembro de ouvir uma pregadora popular no rádio (vocês sabem quem ela é) e estava falando sobre como deveríamos regozijar no nosso dia-a-dia. Ela usou Hebreus 1:9 para mostrar o fato que somos “ungidos” e deveríamos ter mais alegria do que os nossos amigos. É triste de pensar que eu lia a Bíblia desta mesma forma, e fiquei decepcionada com a salva de palmas que ela recebeu por causa da maneira “fielmente bíblica” que estava aplicando o texto. Essa é apenas um de muitos exemplos que posso citar de que quando o contexto não é considerado, fazemos o texto falar algo que não está falando. Também tenho que considerar o estilo literário e ler de acordo com esse estilo. Não posso ler uma narrativa (história) como se fosse uma doutrina, não importa se isso faria um bom sermão.
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Confie no Senhor May 10, 2009

Escrito por Maer em : Luz No Caminho, Maer , faça um comentário

Esse Luz No Caminho vai ser um pouco diferente pois, em vários aspectos, ele poderia ser facilmente um artigo em Divrei Olam (onde olhamos o papel da língua hebraica no nosso entendimento do texto).

Provérbios 3:5-6 é um dos meus versículos prediletos. Não porque eles me confortam ou são fáceis de memorizar, mas porque me desafiam. Ler esses versículos me faz voltar ao básico. Em que ou em quem coloco a minha confiança? Até que ponto o meu “entendimento” tem tido prioridade na minha perspectiva de vida?

Em primeiro lugar, vamos ver Provérbios 3:1-12. Esta primeira unidade contém cinco admoestações que se encontram na forma de um imperativo, ordem ou motivação. A primeira começa com a típica designação “meu filho” para que ele lembre dos ensinamentos do mestre e guarde os seus mandamentos no coração, e então ele mostra os benefícios de uma vida longa e próspera (talvez Êxodo 20:2 esteja em vista aqui). Esta admoestação serve como introdução e resumo dos outros que vão vir.

É importante notar que as outras quatro admoestações mencionam o nome de Deus. Os últimos três usam o nome Yahweh (tradicionalmente traduzido como Senhor) e dizem que a nossa confiança, temor e honra devem ser depositados nEle. Somos então desafiados a não nos iludir com uma independência irresponsável (3:4-4), autodeterminação (3:5-6), liberdade de fazer as nossas próprias regras morais (3:7-8), possessão total de bens materiais (3:9-10), acharmos que somos isentos de correção (3:11-12). Quando levamos em consideração todas essas partes, a mensagem é bem clara: não podemos ser mestres dos nossos próprios destinos, não podemos ser os seus próprios deuses.”
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Palestras: Darwinismo Hoje May 9, 2009

Escrito por Maer em : Maer, Recomendações , faça um comentário

Gostaria de trazer a atenção de vocês algumas palestras do II Simpósio Internacional Darwinismo Hoje feitas na Universidade Mackenzie em São Paulo. Uma das coisas que gostei deste simpósio é que as palestras trazem perspectivas diferentes sobre o assunto e, nesse aspecto, a Mackenzie está de parabéns. Não vi todas as palestras ainda, mas gostei daquelas que tive chance de assistir, especialmente a do Dr. Aldo Mellender de Araujo e do jornalista Maurício Tuffani. Algumas palestras foram feitas por estrangeiros, por exemplo Dr. Lennox, cuja a apresentação sofreu um pouco por precisar ser interpretada. Nem todas as palestras vão ser de interesse de todos, mas gostaria de encorajá-los a usarem esse recurso visto que há tão poucos em português.

Retidão e Justiça May 7, 2009

Escrito por Maer em : Amós, Maer , faça um comentário

D. A. Carson

Amos 5 é um pouco confuso quando o lemos pela primeira vez. É composto de um conjunto de várias partes—não apenas temas diferentes, mas formas e estilos literários diferentes. A tradução que eu uso reconhece essas diferenças colocando os versículos 8-9 em parênteses (não existe parênteses em hebraico). Os primeiros três versículos são um lamento, uma canção funerária, expressando pesarosamente a queda de Israel. Os versículos 4-6 e 14-15 constituem um apelo evangelístico. É assim que Israel deve responder se quiserem ser aceitos pelo Senhor e sobreviver. Os versículos 7 e 10-13 lidam com a opressão e corrupção da nação. Os últimos dois versículos (16-17) retornam ao lamento.

É fácil refletir nesses distintos aspectos separadamente. Por exemplo, alguém pode meditar no fato que a maneira que buscamos ao Senhor (5:4-6, 14-15) é mais importante do que formas de cultos esteticamente agradáveis (5:4-5); no fato que um arrependimento genuíno contem um alto ódio do pecado não apenas num nível distante e teórico, mas num nível de integridade prática e responsabilidade social, o que inclui justiça nas cortes (5:15). Será que existe uma sociedade que precisa ouvir isso mais do que a nossa, onde há cada vez menos interesse em justiça e retidão, e cada vez mais interesse em simplesmente manipular leis estabelecidas? Desta maneira poderíamos estudar todos os temas e formas nos versículos de 5:1-17.
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English Corner: The Gospel and Idolatry May 5, 2009

Escrito por Maer em : English Corner, Maer , faça um comentário

Idolatry is one of those subjects that is always in vogue: someone, somewhere, is preaching, talking, thinking, or writing about it. You don’t have to do a lot of digging in the Bible itself to see that idolatry is right at the core of the human drama.

I’ve heard many sermons and lectures on idolatry, but the one that Pr. Tim Keller delivered at a conference (mainly for pastors) a few weeks ago is bound to be one of the best. Don’t assume that the lecture won’t be applicable to you because you are not a pastor–I wouldn’t recommend it if it weren’t. Pr. Keller not only paints in broad strokes the contours of what it means to have an idolatrous heart, he also shows us that idolatry might be more of a reality in our lives than most of us realize.

You can either watch the video or just listen to the audio.

The Grand Demythologizer: The Gospel and Idolatry
by Tim Keller

A Verdadeira Imagem de Deus May 2, 2009

Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , faça um comentário

Jürgen Blunck

Que idéia ou imagem você tem de Deus? É claro, o homem moderno não faz mais as suas imagens de pedras ou madeira como os antigos pagãos. Mas ainda temos imagens de quem Deus é. Criamos essas imagens com os nossos pensamentos. Você facilmente reconhecerá essas imagens em frases do tipo:

Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele.

Colossenses 1:15-16

“Se realmente existe um Deus, Ele deveria neste momento…”

“Por que Deus não…”

“Se Deus realmente fosse um Deus de amor, então Ele não permitiria…”

Por trás de todas essas frases existe uma certa imagem de Deus. E, quando menos esperarmos, quem Deus realmente é não condiz com a nossa imagem dEle. Aqui está a conseqüência: muitos se tornaram ateístas por terem criados as suas próprias imagens porque a realidade entrou em contradição com elas. O que deu errado?

Talvez você esteja dizendo: mas não seria errado se a imagem que eu tenho de Deus é que Ele é um Deus de amor. Sim, mas talvez até isso esteja errado. Note que eu disse talvez. Por quê? Você pode estar aplicando a Deus a sua idéia de amor. É claro que Deus é um Deus de amor, mas talvez o entendimento de Deus do que é amor é diferente do seu. Então, ao invés de uma formulação correta do “Deus de amor,” você tem uma imagem errada de Deus. E o “seu” Deus de amor te traz ao desespero.

O erro fundamental é que usamos certas categorias para a nossa idéia de quem Deus é: amor, ou justiça, ou compaixão, etc. Certamente esses são todos termos bíblicos e pertencem a Deus. Alias: você sabia que todos esses termos para Deus são encontrados no Alcorão?
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O Poder do Silêncio April 30, 2009

Escrito por Maer em : Devocional, Maer , faça um comentário

A. W. Tozer

Há certas verdades que não conseguimos aprender a não ser no barulho e na confusão do comércio ou na brutalidade do combate. O tumulto e as gritarias ensinam as suas próprias duras lições. Nenhum homem é um homem completo se não tiver passado pela escola do trabalho ou da guerra, ouvido o choro de um nascimento e o suspiro do partir de uma vida.

Mas há uma outra escola onde a alma precisa ir para aprender suas lições eternas. “Aquietai-vos e sabei,” disse o salmista, e há uma profunda filosofia aí, com uma aplicação universal.

A oração entre cristãos evangélicos está sempre correndo o risco de degenerar-se numa glorificada corrida ao ouro. Quase todos os livros sobre oração lidam principalmente com a parte de “receber.” Como receber as coisas que queremos de Deus ocupa o maior espaço. Podemos admitir com alegria que podemos pedir e receber dádivas específicas e benefícios em resposta a oração, mas não devemos nunca esquecer que o tipo de oração mais sublime nunca é de fazer pedidos. Oração no seu momento mais santo é entrar na presença de Deus, desfrutar de uma união tão sagrada que faz com que milagres pareçam algo do dia-a-dia e respostas a orações algo cotidiano em comparação.

Homens santos de tempos mais sóbrios e calmos do que o nosso conheciam bem o poder do silêncio. Davi disse, “Emudeci em silêncio, calei acerca do bem, e a minha dor se agravou. Esbraseou-se-me no peito o coração; enquanto eu meditava, ateou-se o fogo; então, disse eu com a própria língua.” Há uma dica aqui para os profetas de Deus dos dias de hoje. O coração raramente esbrasea-se quando a boca esta aberta. Uma boca fechada perante Deus e um coração silencioso são indispensáveis para receber certos tipos de verdades. Ninguém que não ouviu primeiro não é qualificado para falar.
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Prepare-se para Encontrar com Deus April 16, 2009

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de D. A. Carson

De certa forma, Amós 4 continua naturalmente o capítulo 3. Deus disse que as advertências dos profetas estão conectadas com perigos verdadeiros (3:7-8). Agora ele enfatiza alguns dos pecados que instigaram suas advertências (4:1-5) e explica algumas dessas advertências e o que elas significam para o futuro se não forem levadas a sério (4:6-13).

Ouçam esta palavra, vocês,
vacas de Basã que estão
no monte de Samaria,
vocês, que oprimem os pobres
e esmagam os necessitados
e dizem aos senhores deles:
“Tragam bebidas e vamos beber!”
O SENHOR, o Soberano,
jurou pela sua santidade:
“Certamente chegará o tempo
em que vocês serão levados com ganchos,
e os últimos de vocês com anzóis.
Cada um de vocês sairá
pelas brechas do muro,
e serão atirados
na direção do Harmoma”,
declara o SENHOR.

(1) A primeira advertência é para as mulheres da classe alta de Israel (4:1-3) que são descritas, de forma derrogatória, como “vacas de Basã”—uma expressão que significa bem nutridas, gordas e preguiçosas, e não magras e fortes. Essas mulheres usavam suas riquezas e posição para “oprimirem os pobres e esmagarem os necessitados” (4:1). O seguinte trecho é devastador: elas dizem aos seu maridos, “Tragam bebidas e vamos beber!” (4:1). Isso nos traz a mente uma imagem de “dondocas” que com profunda arrogância estão interessadas que outros as sirvam mas nunca querem servir, controlando os seus maridos, bebendo para passar o tédio. Então o Senhor Soberano jura “pela sua santidade” (4:2), que é a mesma coisa de dizer que Ele jura por Si mesmo, o que significa que Ele jura por algo imutável, do qual nada ou qualquer pessoas é maior. Ele jura que os levará com ganchos e anzóis para o cativeiro, humilhados e rebaixados, sofrendo dores no meio dos entulhos de sua cidade (4:2-3).
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Onde está o Seu Coração? April 10, 2009

Escrito por Maer em : Devocional, Maer , faça um comentário

de Ulrike Schild

Pois onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração. (Lucas 12:34)

A impressão que dá é que tudo neste mundo gira em torno do amado dinheiro. Quem não tem nada, quer ter; quem tem, quer ter mais. E quem já tem mais, quer ainda mais. A ganância não parece ter limites. A crise financeira deixa isso bem claro. Também conheço cristãos que se preocupam muito com o seu dinheiro. É claro que não devemos esbanjar ou viver acima das nossas condições, e é jóia quando a gente tem um dinheirinho guardado no banco. Mas quando nos preocupamos muito com o dinheiro, deixamos de fazer coisas que são muito mais importantes. Em outras palavras, deixamos de servir a Deus e se preocupar com as Suas coisas neste mundo.

“Onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração.” Parece lógico; é lógico. Há várias coisas que podem ocupar os nossos corações: riquezas, prestígio, dinheiro, bugigangas, aparência, influência, trabalho, passa-tempos, pessoas—esses são apenas alguns exemplos. Essas coisas podem ocupar as nossas vidas completamente e aprisionar o nosso coração. Ficamos girando num círculo, sempre ao redor dessas coisas e colocamos a nossa fé na segurança que construímos. Ficamos então presos por essas coisas, acorrentados por elas. No fim, temos que admitir que tudo isso não remove as nossas ansiedades e preocupações. Tudo isso não traz a paz ao nosso coração que tanto esperávamos.

“Onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração.”

Jesus quer que o nosso coração esteja fixado nEle, e que a Sua palavra seja o tesouro que queremos alcançar e o alvo da nossa vida. Nossos passos serão guiados por esse entendimento quando ele for uma realidade lá no fundo do nosso coração. Não ficarei girando em torno de mim mesmo; procurarei fazer a obra que Deus tem para mim e pela qual ele me capacitou. Investirei amor, tempo e dinheiro para dizer do amor de Deus para as pessoas. Deus providenciará as outras coisas.

Um provérbio indiano diz: “O homem arruma o seu cabelo todos os dias, por que não também o seu coração?



Traduzido por Maer dos Santos.
Ulrike Schild. “Wo euer Schatz ist, da wird auch euer Herz sein”, Anstoß, 17.03.2009.

Fé Instável e Frágil April 8, 2009

Escrito por Dimas em : Algo Para Pensar, Dimas Pezzato , faça um comentário

A nossa fé em Deus – quer seja fraca ou forte – sempre será impactada pelo modo como fomos criados e ensinados, mas especialmente por aquilo que nós vemos, sentimos e experimentamos! É por isso que nós, cristãos, corremos o risco de cultivar uma fé em Deus que podemos chamar de fé circunstancial.

O problema da fé circunstancial é que ela é extremamente instável e frágil, não apenas porque a nossa vida é cheia de imprevistos e inconsistências, mas também porque não temos a capacidade para interpretar corretamente as situações complexas da vida. Por exemplo, basta experimentarmos uma situação de perda e sofrimento para concluirmos que Deus está nos castigando, não é mesmo?

O problema da fé circunstancial é que, eventualmente, ela vai nos deixar na rua da amargura … do ressentimento contra Deus, por não ter atendido nossa oração do modo como esperávamos que ele nos atendesse.

Mas de acordo com a Palavra de Deus, a Bíblia, a verdadeira fé em Deus não deve se fundamentar em nossas experiências e nem em nossa capacidade para explicar as circunstâncias ao nosso redor. A base da fé cristã é uma pessoa… uma pessoa que, por causa da sua qualificação, pode nos representar diante de Deus, possibilitando que desfrutemos da graça e da provisão de Deus.

Na carta aos Hebreus 4:14 está escrito: “Visto que temos um sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda firmeza à fé que professamos … aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que ajude no momento da necessidade”.

Pense sobre isso!