“O empenho em conhecer e obedecer a vontade de Deus é uma evidência de legitimidade de que – de fato – somos discípulos/seguidores de Jesus! Pessoas que se dizem cristãs, mas que não se interessam por conhecer e obedecer a vontade de Deus em suas vidas, são – no mínimo – uma grande contradição e revelam estar numa condição de imaturidade!”Dimas Pezzato
A vontade de Deus
Ter fé não é opcional March 22, 2009
Escrito por Dimas em : Dimas Pezzato, Uncategorized , faça um comentário
Uma das marcas registradas do ser humano é a sua habilidade para ter fé. Independentemente da perspectiva que se tenha do mundo, todos nós exercitamos fé em alguém ou em alguma coisa … e isto não é opcional.
Até mesmo quem se considera ateu confia em alguém ou em alguma coisa! … se não for em alguma teoria, confia em si mesmo.
Mas, o fato é que todo ser humano acredita em alguém ou alguma coisa! Tanto é que o Evangelho convida o ser humano não a ter simplesmente fé, mas fé em Deus … a exercitar sua fé em Deus! Ou seja, a questão não é ter fé, mas sim EM QUEM ou EM QUE se ter fé!
Com base nesta premissa, eu creio que toda pessoa adulta tem uma obrigação para si mesma de saber a razão que motiva a sua fé!
Os cristãos, a quem o apóstolo Pedro endereçou sua primeira carta, foram encorajados a estar sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedisse a razão da esperança que havia neles (1Pedro 3.15).
Pense sobre isso!

Paulo Escreve para a Revista “Cristianismo Hoje” March 12, 2009
Escrito por Andrea em : Algo Para Pensar, Andrea , faça um comentárioQuando foi a última vez que você leu a carta aos Gálatas? O que você achou dela?
Pare e leia esta carta antes de prosseguir. Segue-se abaixo uma “sátira.” Leitores de revistas geralmente escrevem para os editores colocando as suas opiniões sobre o que eles acharam de certos artigos, e uma seleção é publicada na edição seguinte. Na maioria dos casos, essas cartas contêm críticas (nem sempre).
Aqui nos EUA, a revista mais popular dos evangélicos é a Chrisitanity Today (Cristianismo Hoje). Vamos imaginar que o apóstolo Paulo mandou a sua carta aos Gálatas para ser publicada nessa revista, que tipo de “cartas ao editor” seriam escritas?
Pois bem, aqui elas estão…
-Se a epístola de Paulo aos Gálatas fosse publicado na revista “Cristianismo Hoje”…
CARTAS AO EDITOR
Prezada revista “Cristianismo Hoje”,
Em resposta ao artigo do apóstolo Paulo sobre a igreja de Gálatas em sua edição de janeiro, devo dizer que estou surpreso pelo tom não cristão deste trecho apelativo. Por que esse negativismo? Ele tem visitado a igreja de Gálatas ultimamente? Eu conheço algumas pessoas daquela igreja, e elas são uma das pessoas mais amáveis e carinhosas que eu já conheci.
Phyllis Snodgrass; Ann Arbor, MI
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Uma Ovelha Perdida March 6, 2009
Escrito por Andrea em : Andrea, Devocional , faça um comentário
de Trevin Wax
“Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e não vai após a perdida até que venha a achá-la?” (Lucas 15:4)
Enquanto Jesus ensinava os cobradores de impostos e os pecadores ao seu redor, os fariseus começavam a murmurar entre eles sobre Seu relacionamento aberto com aqueles ditos “imundos”, de acordo com o código religioso dos judeus. A parábola da ovelha perdida foi a forma de Jesus defender Suas boas vindas aos pecadores.
Jesus comparou os fariseus com o nível mais humilde das classes sociais, escolhendo palavras que, para a cultura judaica, era humilhante: o pastor de ovelhas. As pessoas da época de Jesus sabiam que quando uma ovelha se desgarrava, o seu protetor não tinha outra escolha que não fosse procurá-la até encontrá-la. A questão não era “se”, mas “quando” ele a encontraria. A segurança das demais noventa e nove ficava em segundo plano, comparado ao trabalho árduo de salvar aquela única ovelha.
O profeta Isaías escreveu que assim como as ovelhas, nós também nos desgarramos. Mas ainda assim, Deus, em sua graça e bondade, iniciou no deserto a busca por um coração obstinado que o havia traído e restaurou sua comunhão de amor com aqueles que haviam virado suas costas à Ele. Uma tarefa humilhante? Sim. Mas Deus não vem meramente como um pastor de ovelhas inferior, mas também como o Rei Pastor de ovelhas.
A missão de Cristo na terra foi “procurar e salvar o que se havia perdido”, uma tarefa que culminou em nossas vidas no momento em que Ele nos encontrou vagueando pelo deserto. A graça e misericórdia que nos tem sido mostrada tem que ser a mesma graça e misericórdia que devemos mostrar aos outros, mesmo àqueles que nos traiu e nos feriu no passado. Devemos ser preenchidos com o amor do Pastor de ovelhas e estar ativamente a procura do coração perdido, temeroso e obstinado que se perdeu em seus próprios caminhos.
O Pastor de ovelhas deixou para trás as outras noventa e nove a procura de uma única ovelha perdida. Jesus abandonou a mesa dos fariseus “justos” para se alimentar junto às pessoas de alma ferida que precisavam de um médico espiritual. Nós, em contrapartida, devemos renunciar a luxúria de nossa cultura cristã inferior para seguirmos em direção ao lugar escuro e desconhecido onde os perdidos e feridos estão. O conforto de estarmos com os noventa e nove não serve de desculpa para evitarmos o deserto onde uma única alma esteja perecendo.
Traduzido por Andrea Almeida.
Escrito por Trevin Wax, Kingdom People .
http://trevinwax.com/2009/02/16/one-lost-sheep/
A Bíblia e as suas Traduções March 3, 2009
Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , faça um comentário
Toda tradução contem interpretação.
A primeira vez que me debati com a questão de como a Bíblia é traduzida foi quando a li pela primeira vez em inglês. É inevitável não notar diferenças. Lembro-me de uma passagem em específico (entre várias) que me fizeram parar e pensar: “não lembro disso na Bíblia!.”
Uma foi Lucas 14:26 que diz:
Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.
Em inglês, esse versículo foi traduzido assim:
If anyone comes to me and does not hate his father and mother, his wife and children, his brothers and sisters– yes, even his own life– he cannot be my disciple. (NIV)
[Se alguém vem a mim e não odeia seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs – sim, até a sua própria vida -- não pode ser meu discípulo.]
Essa é uma diferença significativa. Aborrecer e odiar são coisas diferentes. Ir a uma tradução moderna não ajuda muito pois a Nova Versão Internacional (NVI), por exemplo, escolheu traduzir esse versículo assim:
Se alguém vem a mim e ama o seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo.
Nessa etapa do campeonato, é razoável perguntar o que é que Jesus então está falando. Em outras palavras, Ele está falando que não posso ser seu discípulo quando eu não aborreço, odeio, ou amo essas coisas mais do que Ele? O que ele disse no original?
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Privilégios e Causas February 27, 2009
Escrito por Maer em : Amós, Maer , faça um comentário
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Ouçam esta palavra que o SENHOR falou contra vocês, ó israelitas; contra toda esta família que tirei do Egito:
“Escolhi apenas vocês
de todas as famílias da terra; por isso eu os castigarei por todas as suas maldades”. Duas pessoas andarão juntas se não estiverem de acordoa? O leão ruge na floresta se não apanhou presa alguma? O leão novo ruge em sua toca se nada caçou? Cai o pássaro numa armadilha que não foi armada? Ou tiverem combinado Será que a armadilha se desarma se nada foi apanhado? Quando a trombeta toca na cidade, o povo não treme? Ocorre alguma desgraça na cidade sem que o SENHOR a tenha mandado? Certamente o SENHOR, o Soberano, não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas. O leão rugiu, quem não temerá? O SENHOR, o Soberano, falou, quem não profetizará? (Amós 3:1-8) |
de D. A. Carson
Vou refletir aqui em dois temas do terceiro capítulo de Amós:
(1) “Escolhi apenas vocês de todas as famílias da terra; por isso eu os castigarei por todas as suas maldades” (3:2). A premissa básica é simples: privilégio traz responsabilidade. Mas a questão é ainda mais profunda quando seguimos pelo menos duas linhas de pensamento, (a) o privilégio aqui é “ser escolhido para conhecer a Deus”, “ser conhecido por Deus” e que todo o conhecimento desse Deus implica um contato maior com a santidade. Não é de se espantar então que esse privilégio traz punição de pecados. (b) Mas de qualquer forma isso em si é um privilégio. Pecados que são cultivados trazem condenação e destruição; pecados que são punidos podem trazer arrependimento e contrição, que é o que o Senhor anseia. Certamente esse texto exclui a visão que ser escolhido por Deus significa estarmos isentos da obediência e fidelidade a Ele, ou que Deus está no céu nos “mimando.” Como J. A. Motyer disse: “privilégios especiais, obrigações especiais; graça especial, santidade especial; revelação especial escrutínio especial; amor especial, receptividade especial…a igreja de Deus nunca pode escapar dos riscos da sua singularidade.”
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Aleluia! February 23, 2009
Escrito por Maer em : Divrei Olam, Maer , 2 comentários
Cresci ouvindo a palavra aleluia em vários contextos. Não é de surpreender que o contexto principal foi de cultos na igreja onde essa palavra era usada em leituras bíblicas, hinos e canções. É uma daquelas palavras que parece fazer parte do vocabulário de algumas pessoas ao ponto de quase definir quem elas são. Assisti alguns dias atrás um filme clássico chamado The Agony and the Ecstasy com Charles Heston (o ator que fez Moisés no filme Os Dez Mandamentos) sobre a história de como Michel Ângelo pintou o teto da Capela Sistina. Numa parte do filme, eles mostraram uma missa sendo realizada (com Michel Ângelo no andaime fazendo barulho) e o coral de meninos contavam uma música sacra por vários minutos repetindo a palavra “aleluia.” Depois de alguns minutos comecei a pensar: “será que o autor desta música estava com falta de criatividade? Até Aleluia de Handel tem mais conteúdo!” Mas isso mostra o quanto “aleluia” tem sido usada para liturgia e cânticos, e, muitas vezes, sem o auxílio de outras palavras. Seja lá o que aleluia significa, parece ser uma mensagem completa.
É interessante que passei a maior parte da minha vida sem saber bem o que aleluia significava, e, de certa forma, não importava. Aleluia para mim tinha a mesma função (não significado) de alguns palavrões. O que eu quero dizer é que existem alguns palavrões cujo significado desconheço, mas eu sei como são usados e sinto a força de suas expressões quando as pessoas estão com raiva, frustradas e ranzinzas ou quando querem simplesmente ser vulgares. Apesar de não saber o que aleluia significava, eu sabia exatamente como ela era usada num contexto de adoração e liturgia acompanhada geralmente de expressões como “glória a Deus” ou “Amém!”
Mas depois de descobrir o que ela significava, comecei a ficar mais consciente de seu uso e peso. Vamos dar uma olhada no hebraico do primeiro versículo do Salmo 135:
Louvem o nome do SENHOR;
louvem-no, servos do SENHOR,
Nações Iludidas February 18, 2009
Escrito por Maer em : Amós, Maer , faça um comentário
de D. A. Carson
Ai da China neste século! Ela tem massacrado 50 milhões dos seus cidadãos no nome da igualdade. Orgulhosa e arrogante, ela oficialmente mantém uma posição ateísta, perseguindo a igreja enquanto essa igreja, incentivada pelo sangue de seus mártires, tem se multiplicado cinqüenta vezes mais na metade de um século.
Ai da Rússia! Na segunda década deste século ela embarcou numa gigantesca experiência social que resultou na morte de quarenta milhões de pessoas. Ela subjugou nação após nação, certa que a maré da história estava do seu lado. Ela se distinguiu em produzir o “homem revolucionário,” mas não conseguiu produzir o “novo homem” segundo o sistema Marxista, e, desta forma, ela se escondeu de trás de ilusões e mentiras até que a sua incompetência econômica a destruiu.
Ai da Alemanha! Nação que teve o privilégio de ser o lar de alguns dos grandes reformadores, ela se tornou extraordinariamente arrogante no seu intelecto e nesse século começou duas guerras mundiais que causou a morte de milhões e pandemônio (incluindo os horrores dos Nazistas). Hoje ela fabrica BMWs excelentes mas tem uma alma materialista, adorando nada maior do que o deutsche mark [moeda alemã].
Ai da Grã-Bretanha! Uma vez fora dominadora de um quarto da população do mundo; herdeira de alguns dos maiores pensamentos e literaturas cristãs já produzidas, ela se tornou cada vez mais orgulhosa e condescendente para com as nações que colonizou e as pessoas que escravizou. Tendo repetidamente jogado fora uma herança do conhecimento de Deus, ela vagueia sem rumo e degenerada.
Ai do Canada! Nação que gosta de se achar moralmente superior ao seu vizinho mais próximo enquanto se esconde debaixo da proteção militar dos EUA. Escorregando num abismo moral, sua corte suprema faz decisões que são tão moralmente corrosivas quanto qualquer outra no mundo ocidental enquanto as facções dos Ingleses e Franceses estimulam inimizade e divisão por falta de cortesia e respeito dos dois lados.
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Salmos de Confiança February 10, 2009
Escrito por Maer em : Como Ler os Salmos, Maer , faça um comentárioEsse artigo faz parte da série Como Ler os Salmos.
Há salmos que predominantemente expressam a confiança que o salmista tem na bondade e no poder de Deus. Pelo menos nove salmos se encaixam nessa categoria de “salmos que expressam confiança” (Salmos 11; 16; 23; 27; 62; 91; 121; 125; 131). Veja o salmo 16:
Protege-me, ó Deus,
pois em ti me refugio.
Ao SENHOR declaro: “Tu és o meu Senhor;
não tenho bem nenhum além de ti”.
Quanto aos fiéis que há na terra,
eles é que são os notáveis
em quem está todo o meu prazer.
Grande será o sofrimento
dos que correm atrás de outros deuses.
Não participarei dos seus sacrifícios de sangue,
e os meus lábios nem mencionarão
os seus nomes.
SENHOR, tu és a minha porção e o meu cálice;
és tu que garantes o meu futuro.
As divisas caíram para mim
em lugares agradáveis:
Tenho uma bela herança!
Bendirei o SENHOR, que me aconselha;
na escura noite o meu coração me ensina!
Sempre tenho o SENHOR diante de mim.
Com ele à minha direita, não serei abalado.
Por isso o meu coração se alegra
e no íntimo exulto;
mesmo o meu corpo repousará tranqüilo,
porque tu não me abandonarás no sepulcro,
nem permitirás que o teu santo
sofra decomposição.
Tu me farás conhecer a vereda da vida,
a alegria plena da tua presença,
eterno prazer à tua direita.
Esses tipos de salmos mostram a sensibilidade que o salmista tem da presença de Deus. Ele é o seu refúgio (11:1, 16:1), pastor (23:1), luz (27:1), rocha (62:2) e auxílio (121:2).
A confiança submissa que o salmista coloca no Senhor é expressado de forma singular no Salmo 131:
De fato, acalmei e tranqüilizei a minha alma.
Sou como uma criança
recém-amamentada por sua mãe;
a minha alma é como essa criança. (v. 2)
Talvez essa seja uma das maneiras mais claras de expressar o que significa confiar em Deus. Esses salmos não servem apenas como um testemunho do salmista que ele confia em Deus, mas como um exemplo do que significa ter essa confiança.
Alguns podem estar se perguntando se tal confiança é possível. O fim do Salmo 131 chama o povo de Israel para colocar a sua esperança no Senhor e isso me faz pensar que parte do exercício da fé é estarmos lembrando que Deus é digno de confiança.
Leia alguns desses salmos e deixe com que eles te mostrem as diversas maneiras que podemos expressar a nossa confiança em Deus e lembrarmos que Ele é digno.
Quando a Paciência de Deus se Esgota February 6, 2009
Escrito por Maer em : Amós, Maer , faça um comentário
Nessa reflexão D. A. Carson fala sobre o primeiro capítulo de Amos. Tire alguns minutinhos para ler este capítulo antes de prosseguir.
“O SENHOR ruge de Sião
e troveja de Jerusalém;
secam-se as pastagens dos pastores,
e murcha o topo do Carmelo”.
(Amós 1:2b)
de D. A. Carson
A profecia de Amós convoca o povo de Deus para que volte ao comportamento estipulado pela aliança. Mas visto que grande parte da má conduta de Israel está ligada à injustiça social, pecados que não são exclusivamente individualistas, essa profecia inclui acusações contra a injustiça social mais penetrantes que podemos encontrar. Aqui estão alguns pensamentos preliminares sobre o primeiro capítulo de Amos:
1) Amos não era nem um líder religioso profissional nem tão pouco um erudito. Ele não era como Ezequiel, um sacerdote treinado antes de se tornar um profeta, ou como Isaías e Jeremias que aparentemente foram profetas durante todas suas vidas, ou como Daniel cujo trabalho era “secular” mas com um treinamento de primeira linha. Ele era um pastor (1:1) – tal como Elizeu foi um fazendeiro e o nosso Senhor um carpinteiro.
2) Este livro menciona os reinos nos quais ele pregou, algo que o livro de Joel não faz: durante o reino de Uzias rei de Judá e Jeroboão II de Israel (1:1). Não sabemos a data do terremoto que Amos menciona, mas os dois reis acima tiveram longos reinos na primeira metade do século oito A. C., o primeiro desde aproximadamente 790 a 740 A. C., e o segundo aproximadamente de 793 a 753 (incluindo o tempo que eles reinaram com os seus pais). Naquela época a Assíria, a potência regional, não tinha interesse de se expandir, então os dois reinos de Judá e Israel não estavam sendo oprimidos por outras nações e se tornaram mais fortes politicamente e no seu poder militar. (Só depois de 745 que a Assíria se tornou uma ameaça quando Tiglath-Pileser III subiu ao trono.)
3) Amos era um missionário, isto é, um pregador transcultural da palavra de Deus. Ele era um pastor proveniente de Tekoa em Judá, mas o seu ministério se desenvolveu em Israel. Naquela época, Jeroboão II, um homem capaz, estendeu as fronteiras tanto quanto Salomão tinha feito. Mas apesar de toda a prosperidade e expansão, a riqueza ficou nas mãos de poucos. Quando adicionamos a isso a decadência moral e a idolatria contínua, o resultado é que a nação estava caminhando para a destruição. Com a exceção de Amós, poucos detectaram os perigos.
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O Testemunho do Seu Caráter January 19, 2009
Escrito por Maer em : Artigos Diversos, Maer , 1 comentário até agora
de C. Michael Patton
Estava discutindo alguns assuntos sobre religião com um senhor no começo da noite. Foi uma conversa bem interessante na qual ele me contou que era no passado um evangélico numa igreja Batista. Mas há pouco tempo ele abandonou o cristianismo e se converteu ao budismo. Ele explicou que a razão que ele deixou o cristianismo foi por causa do conflito entre Israel e a Palestina. Em resumo, ele achava que os cristãos estavam do lado errado da questão.
Isso é representativo de muitos no nosso cristianismo cultural. O argumento deste senhor era simples:
A validade do cristianismo depende do caráter dos seus aderentes.
Em outras palavras, se os cristãos não “andam na linha,” então o cristianismo perde o seu crédito. Na opinião deste senhor, os cristãos estão apoiando o lado errado do conflito, portanto ele trocou o cristianismo por algo mais apropriado que estaria à altura do caráter que ele achava que deveria acompanhar aqueles que seguem o Deus verdadeiro.
Vou falar algo aqui que acho que vai deixar muitos dos meus leitores com raiva. Isso é especialmente relevante para aqueles cujo pensamento é mais emergente [ou seja, pessoas que não estão satisfeitas com o tradicionalismo e preferem que e igreja seja mais contemporânea com uma ênfase em relacionamentos]. Aqui vai:
A legitimidade do cristianismo não depende do caráter dos seus aderentes.
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